domingo, 20 de janeiro de 2008

Império Inglês

A Inglaterra era por tradição um país de intensa actiidade marítima. Então surgiu a guerra do Corso praticada contra as armadas ibéricas ganhando territórios.
Então em 1651 os ingleses publicaram uma lei chamada Acto de Navegação. Nesta lei consistia em:
  • Que nenhum género ou mercadoria de qualquer cultura, produção ou manufactura só podem ser trazidos para a Inglaterra em barcos ingleses;
  • Nenhuns géneros ou mercadorias de Europa fossem importados e nenhum navio senão aqueles que pertencem ao povo daquele país ou lugar de onde tenha origem a cultura, produção ou manufactura dos citados géneros.
A partir daí a Inglaterra tomou o dominio dos mares.
A burguesia do Norte da Europa era activa e empreendedora, desenvolveu o mercado e deu origem ao capitalismo comercial, ou seja, a acumulação de capitais provinha dos lucros da actividade comercial.
Então, criaram novos instrumentos financeiros:
  • Companhias de Comércio- sociedades comerciais cujo capital era constituído por acções;
  • Bolsas de Valores- local onde se vendiam e compravam acções;
Bancos- instituições onde se faziam depósitos, pagamentos e empréstimos, ou seja, era onde trocavam a moeda.



segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

União Ibérica


Os factores que explicaram a crise do império português do oriente eram:
  • má admnistração e falta de recursos militares;
  • graduais tentativas de ocupação de parte de inimigos de Portugal;
  • má aplicação dos lucros;
  • reorganização dos turcos e árabes no mercado oriental;
  • naufrágios devido á carga excessiva, tempestades e ataque dos inimigos;
  • melhor e maior organização da pirataria e do corso;

Quando D.João II morreu devido ao seu filho já estar morto a coroa passou para o seu neto, D.Sebastião, que na altura tinha três anos de idade.


D.Sebastião aos catorze anos assumiu o trono. Quando subiu ao trono tinha o desejo de combater no Norte de África. Porém, na sua primeira batalha morreu sem herdeiro ao trono. Daí vieram os pretendentes á Coroa portuguesa:

  • D. António Prior do Crato;
  • D.Filipe II de Espanha;
  • D.Catarina de Bragança;
  • D.Rammuccio Farnése;

Estando os pretendentes D.António Prior do Crato e D.Rammuccio Farnése praticamente afastados restravam D.Filipe II de Espanha e D.Catarina de Bragança, mas, D.Catarina com medo do poder de D.Filipe II de Espanha recusou a Coroa passando D.Filipe II de Espanha D.Filipe I de Portugal também. Foi aclamado rei em 1581 nas Cortes de Tomar.